e Jesus cristo corria no meio da estrada atras de uns quantos, descalco e vestido com um
vestido de mulher com padrao, molhado pela humidade das 2 da manha.
com um cutelo na mao.
ele disse que tinha ficado maluco
por causa da coca cola e da televisao.
ele matava pessoas.
E eu fugia dele. O meu trabalho nesse dia era dizer as pessoas que tinham cancro para
desistirem porque nao valia a pena lutarem.
Era aborrecido ver pessoas a lutarem quando iam morrer na mesma.
Eu era o mensageiro.
Jesus matava pessoas com o cutelo.
no fim ele corria para me matar a mim, mas
eu tinha recebido uma mochila da hello kitty que me dava 10 segundos de avanco
do Cristo.
Depois acordei para mijar.
Tuesday, 27 October 2009
Sunday, 18 October 2009
Antes que eu me apague
Preciso de escrever qualquer coisa
Ou a ponta dos meus dedos
Explodem dentro da minha boca.
Nao tenho hipotesse nenhuma
De escapar pela calada
de um foi nada.
Doi, mas sabe bem.
Doi, mas tem de ser.
Doi, porque te doi.
Doi, porque nao sabes
dizer que nao-doi.
e realmente nao Doi.
A minha coluna vertebral
nao me percebe nada.
Nao doi nada.
Porque nao estou aqui.
Estou ali, ali.
ali
Aqui outra vez.
Estou por todo o lado.
Nasce e morre outra vez
senhor Issac Newton.
As minhas moleculas nao sao redondas.
Sao placas, e vao escamando.
Como penas de um grande passaro.
Como o maior passaro
de todos os passaros
que cabem no espaco.
Se nao ha luz, nao vale apena abrir os olhos.
Nasce e morre outra vez
senhor Issac Newton.
Nada me cai das maos.
A minha coluna vertebral
protegeu
demasiado os meus nervos,
e sufocou os impulsos
electricos
com as suas grandes luvas brancas
de borracha.
Oh minha queria mae.
Construir e estilhaçar-me ,
sao coisas que me fazem rir.
Desculpa mae.
Amanha nao sei como vai ser.
Eu sou a minha propria embaixada
que cerco com a policia.
Eu sou o meu proprio politico e ladrao
que mando castigar com a minha propria justiça.
Eu sou o meu proprio povo sonambulo
que se recusa a levantar
e ir realmente embora daqui.
Continuo a ter a mesma hipotesse
de eu dia escapar pela calada.
Nada. Nada. Nada.Zero.Light.
A minha lingua encolhe
uma mao cheia de beijos por dia.
Agora pensa nisso:
Se nao tas aqui agora,
amanha podera ser demasiado tarde :
aqui
e ali, e ali .
Ups, cai e nao cai.
Mas estou outra vez aqui.
Na minha carne, as manchas claras
explicam mais do que as nodoas negras.
Se houver uma luz, 'e sempre melhor fechar os olhos.
Doi, mas sabe bem.
Doi, mas tem de ser.
Doi, porque nao te doi.
Doi, porque nao me doi.
Nao sei mais nada sobre mim.
Ou a ponta dos meus dedos
Explodem dentro da minha boca.
Nao tenho hipotesse nenhuma
De escapar pela calada
de um foi nada.
Doi, mas sabe bem.
Doi, mas tem de ser.
Doi, porque te doi.
Doi, porque nao sabes
dizer que nao-doi.
e realmente nao Doi.
A minha coluna vertebral
nao me percebe nada.
Nao doi nada.
Porque nao estou aqui.
Estou ali, ali.
ali
Aqui outra vez.
Estou por todo o lado.
Nasce e morre outra vez
senhor Issac Newton.
As minhas moleculas nao sao redondas.
Sao placas, e vao escamando.
Como penas de um grande passaro.
Como o maior passaro
de todos os passaros
que cabem no espaco.
Se nao ha luz, nao vale apena abrir os olhos.
Nasce e morre outra vez
senhor Issac Newton.
Nada me cai das maos.
A minha coluna vertebral
protegeu
demasiado os meus nervos,
e sufocou os impulsos
electricos
com as suas grandes luvas brancas
de borracha.
Oh minha queria mae.
Construir e estilhaçar-me ,
sao coisas que me fazem rir.
Desculpa mae.
Amanha nao sei como vai ser.
Eu sou a minha propria embaixada
que cerco com a policia.
Eu sou o meu proprio politico e ladrao
que mando castigar com a minha propria justiça.
Eu sou o meu proprio povo sonambulo
que se recusa a levantar
e ir realmente embora daqui.
Continuo a ter a mesma hipotesse
de eu dia escapar pela calada.
Nada. Nada. Nada.Zero.Light.
A minha lingua encolhe
uma mao cheia de beijos por dia.
Agora pensa nisso:
Se nao tas aqui agora,
amanha podera ser demasiado tarde :
aqui
e ali, e ali .
Ups, cai e nao cai.
Mas estou outra vez aqui.
Na minha carne, as manchas claras
explicam mais do que as nodoas negras.
Se houver uma luz, 'e sempre melhor fechar os olhos.
Doi, mas sabe bem.
Doi, mas tem de ser.
Doi, porque nao te doi.
Doi, porque nao me doi.
Nao sei mais nada sobre mim.
Friday, 16 October 2009
Before she deletes it - part 2
tell yourself you've tried
and then sleep with the guilt
and wake up with a sour taste in your mouth
fill the void with limbs
until no more hands come out of the trees
to help you escape
there used to be me
and there used to be you
strech the skin
break your teeth
sleep on the pavement
You'll thank me when it's over.
and then sleep with the guilt
and wake up with a sour taste in your mouth
fill the void with limbs
until no more hands come out of the trees
to help you escape
there used to be me
and there used to be you
strech the skin
break your teeth
sleep on the pavement
You'll thank me when it's over.
Before she deletes it
and 21 chapters later
you're still stuck on the intro
smoking cigarrettes in different corners
We're too busy looking up
instead of looking for each other
wake up and repeat your mistakes
just so you can say nothing changes
stub out memories
and fabricate new ones out of moon and air
I can't hear what you're saying
because my head is always on maximum
I'll blame it on you
because we both know it's my fault
I'll blame it on you
because you want me to
if only I could mold me
like I mold you
we would both be happy
21 chapters later
and you're still stuck
you're still stuck on the intro
smoking cigarrettes in different corners
We're too busy looking up
instead of looking for each other
wake up and repeat your mistakes
just so you can say nothing changes
stub out memories
and fabricate new ones out of moon and air
I can't hear what you're saying
because my head is always on maximum
I'll blame it on you
because we both know it's my fault
I'll blame it on you
because you want me to
if only I could mold me
like I mold you
we would both be happy
21 chapters later
and you're still stuck
Wednesday, 23 September 2009
Ate logo
Venho aqui vender-te o meu pesadelo preferido,
antes que ele desapareca.
Ou eu.
O que vier primeiro.
No meu sonho eu nao tenho pressa de chegar a casa
ou a qualquer outro lugar.
Se aparecer e’ porque apareci.
Quando chego a casa
nao me dou ao trabalho de ligar as luzes
por saber tudo de cor.
Antigamente ligava a luz mesmo que nao precisasse.
Dispo o que tenho de despir nesse dia,
e entro em qualquer divisao do apartamento.
A sensacao e sempre a mesma.
Seja ela, o quarto, a sala ou a casa de banho.
No verao faz muito calor
mas eu nao me dou ao trabalho de ligar a ventoinha.
E no inverno faz frio,
mas nao faco nada.
Tolero o que tiver de tolerar,
ou nem chego a dar muito por isso.
A cama fica sempre igual.
Os lencois nunca sao mudados.
Mas o mais estranho e’ que continuo a comprar duas sacadas de comida,
embora deixe sempre estragar metade.
A culpa nao sera’ minha.
Porventura de um vicio,
um vicio que opera debaixo a minha pele.
um maquinismo da lembranca.
Porque realmente eu nao tenho vicio de comer.
Corto as unhas so quando ja me magoam.
No meu sonho nao me interessa muito
onde elas possam cair depois de cortadas.
Ninguem se queixa.
Ninguem as apanha.
ja' o meu semen podia secar.
ou troca-lo por agua.
No meu pesadelo nao serve para nada.
No meu sonho eu posso acordar
virado para cima,
para ela,
para baixo,
para a esquerda ou para a janela.
‘e precisamente tudo igual.
Observo sempre a mesma coisa.
No meu pesadelo nao consigo abrir a boca para dizer 'ate’ logo'.
Venho aqui vender-te o meu pesadelo preferido,
antes que ela desapareca.
Ou eu.
O que vier primeiro.
antes que ele desapareca.
Ou eu.
O que vier primeiro.
No meu sonho eu nao tenho pressa de chegar a casa
ou a qualquer outro lugar.
Se aparecer e’ porque apareci.
Quando chego a casa
nao me dou ao trabalho de ligar as luzes
por saber tudo de cor.
Antigamente ligava a luz mesmo que nao precisasse.
Dispo o que tenho de despir nesse dia,
e entro em qualquer divisao do apartamento.
A sensacao e sempre a mesma.
Seja ela, o quarto, a sala ou a casa de banho.
No verao faz muito calor
mas eu nao me dou ao trabalho de ligar a ventoinha.
E no inverno faz frio,
mas nao faco nada.
Tolero o que tiver de tolerar,
ou nem chego a dar muito por isso.
A cama fica sempre igual.
Os lencois nunca sao mudados.
Mas o mais estranho e’ que continuo a comprar duas sacadas de comida,
embora deixe sempre estragar metade.
A culpa nao sera’ minha.
Porventura de um vicio,
um vicio que opera debaixo a minha pele.
um maquinismo da lembranca.
Porque realmente eu nao tenho vicio de comer.
Corto as unhas so quando ja me magoam.
No meu sonho nao me interessa muito
onde elas possam cair depois de cortadas.
Ninguem se queixa.
Ninguem as apanha.
ja' o meu semen podia secar.
ou troca-lo por agua.
No meu pesadelo nao serve para nada.
No meu sonho eu posso acordar
virado para cima,
para ela,
para baixo,
para a esquerda ou para a janela.
‘e precisamente tudo igual.
Observo sempre a mesma coisa.
No meu pesadelo nao consigo abrir a boca para dizer 'ate’ logo'.
Venho aqui vender-te o meu pesadelo preferido,
antes que ela desapareca.
Ou eu.
O que vier primeiro.
Thursday, 10 September 2009
Tuesday, 1 September 2009
Porque eu nunca confiei nas vossas Interpretações.
Se me rachasses a cabeça ao meio
So' ias encontrar *asteriscos.
Nao suponhas.
Pergunta.
So' ias encontrar *asteriscos.
Nao suponhas.
Pergunta.
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